Kieran Culkin confirmou seu favoritismo e levou para casa o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por A Real Pain, reafirmando sua posição como um dos intérpretes mais talentosos da atualidade. Sua atuação como um homem carismático, mas atormentado, conquistou público e crítica, equilibrando humor e vulnerabilidade de forma magistral. Além da performance aclamada, Culkin também brilhou fora das telas, entregando discursos de aceitação espontâneos e cheios de personalidade, com direito a intervenções do diretor Jesse Eisenberg.
A disputa foi acirrada, com concorrentes de peso como Yura Borisov (Anora), Edward Norton (Um Completo Desconhecido), Guy Pearce (O Brutalista) e Jeremy Strong (O Aprendiz). Ainda assim, a vitória de Culkin reforça a tendência da Academia em premiar performances autênticas e cheias de nuances, especialmente quando os coadjuvantes elevam a força dos protagonistas. Assim, ele se junta a uma longa tradição de vencedores inesquecíveis, de Heath Ledger a Christoph Waltz, marcando seu nome na história do Oscar.